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O Povo das Sombras - Contém Relatos e vídeos.
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Fritz P. Hyde
Seus olhos se abrem numa madrugada fria. O relógio talvez marque sem atraso 3h00 da manhã, a hora do Mal segundo o mito popular. Você não sabe explicar a razão do medo paralisante percorrer seu corpo, deixando-o num profundo estado de pânico. Você tenta se mover porém seu corpo não lhe obedece. Sua respiração é ofegante e o dom da fala parece ter-lhe sido roubado por uma força misteriosa. Você sente que não está sozinho. Seus olhos buscam frenéticamente na escuridão aquela presença sentida porém não vista e, algumas vezes, você consegue ver, seja diretamente, seja com o canto do olho, algo que lhe marcará para toda a vida. Num canto escuro, algo ainda mais escuro se destaca em meio às Trevas. Para alguns, esta sombra manifesta-se como um homem usando chapéu e casaco, outros vêem figuras esguias e sem expressões faciais. Os menos afortunados observam seres de capuz, remetendo à imagem da Morte Ceifadora, seres parecidos com o que julgamos ser a figura de um humanóide ali...
DESVENDANDO SLENDER MAN E JEFF THE KILLER!!!
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Fritz P. Hyde
O MISTÉRIO DE OAK ISLAND
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Fritz P. Hyde
FILMAGEM DE UM ESPÍRITO AGRESSIVO? Possível EVP.
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Fritz P. Hyde
RELATOS DA MADRUGADA: O Toque
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Fritz P. Hyde
Enviado por anônimo em Julho de 2010. " Havia uma onda de economia em casa. Era madrugada e para evitar gastar energia a toa, ao ir ao banheiro eu ia acendendo uma lâmpada e apagando a outra, para que assim a casa inteira não precisasse ficar acesa. Nossa cozinha ficava paralela à sala de estar e eu havia acordado de madrugada com sede. Apaguei a luz do quarto e acendi a do corredor. Chegando na sala, apaguei a luz do corredor e próxima à cozinha apaguei a luz da sala, ficando brevemente no escuro. Enquanto tateava a parede da cozinha, ainda sonolenta, em busca do interruptor toquei em algo que podia jurar ser uma mão humana. Essa mão estava exatamente em cima do interruptor, me bloqueando. Pude sentir sua densidade, o contorno dos dedos e até mesmo as veias naquele breve momento. Apenas não senti calor. Não que a mão fosse gélida, ela era apenas fria, como se não houvesse calor alí. Eu literalmente congelei nesse momento. Eu queria gritar, e...
RELATOS DA MADRUGADA: Nana Neném.
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Fritz P. Hyde
Relato de Julio Milek , enviado em 9 de abril de 2009. Bem, o que eu estou prestes a relatar aconteceu com um grande amigo meu de infância, na época ele tinha uma chácara em Quatro Barras (região metropolitana de Curitiba) herdada dos avós e conservada com muito esmero e cuidado por ele e por sua já falecida mãe, que transformou o lugar numa belíssima plantação de laranjas, muito boas por sinal ... Na época (meados de Junho de 2004) o casarão (principal construção do terreno) ainda estava em obras, não haviam camas, instalação elétrica, nem muitos móveis. Nos fins de semana ele e a mãe costumavam ir até lá p/ acompanhar a reforma e dormiam em sacos de dormir num dos quartos da casa. Numa dessas noites, por volta das 2:00hs da madrugada, meu amigo acordou com estalos no quarto ao lado. Os sons eram muito altos, alguém parecia estar andando por ali pisando bem forte no chão, dando pulos pra falar bem a verdade. Ele, muito assustado, resolveu conferir o que e...